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Na oração e na escuta à voz de Deus, irmã Iracema ouviu o chamado para servir

Com apenas 17 anos, ela ingressou no juvenato e se colocou à disposição para ser um instrumento do Espírito Santo na vida de outras pessoas. Ao comemorar 50 anos de vida consagrada, a religiosa reitera sua felicidade em ter sido escolhida pelo Senhor para servir.

A irmã Iracema Desconci conta que foi na oração e na escuta à voz de Deus que descobriu a sua vocação para a vida missionária. “A minha família sempre foi muito religiosa e foi na oração e discernimento que percebi o chamado à vida consagrada. Até hoje sinto a presença de Deus que me chama de maneira diferente”, afirma. Ela acrescenta que a notícia de que gostaria de entrar para um convento foi recebida com muita alegria e entusiasmo pelos seus familiares, que a apoiaram integralmente através de orações.


Nascida em 1944, Santa Maria, Rio Grande do Sul, ingressou no juvenato com apenas 17 anos. “Jamais tive medo de me arrepender dessa decisão. Pelo contrário, eu me senti muito feliz por ter sido escolhida pelo Senhor para ser uma serva do Espírito Santo”, enfatiza. Embora garanta que nunca tenha duvidado da sua vocação, ela confessa que precisou abdicar de muitas coisas para seguir esse chamado. “Senti muito por ter que deixar a minha família, mas tinha total confiança de que Deus me chamava à vida religiosa missionária”, pondera.


Os primeiros votos foram feitos em 1972


De acordo com a irmã Iracema, ela guarda muitas boas lembranças dos primeiros anos no convento. “Foram anos de formação, oração e trabalho; tudo isso me ajudou a firmar a minha vocação. Me senti confirmada e sou muito feliz por isso”, frisa. Os primeiros votos foram feitos em 1972 e até hoje este é um dos momentos mais importantes de sua vida consagrada.


Ao longo desta caminhada, ela atuou em Ponta Grossa (PR), Cascavel (PR), Canoas (RS) e Medianeira (PR). “Quando eu era criança, nunca considerei uma profissão específica que eu gostaria de seguir, mas sempre desejei estar à serviço das comunidades onde passei”, revela. “Talvez seja por isso que nessa minha caminhada servi sempre com muita alegria e assim fui vivendo a minha vocação missionária”, diz. Hoje ela continua ativa e atuante, trabalhando na sala de costura do convento.


Experiência em Roma deu novo significado à vida missionária


Para a irmã Iracema, o momento mais feliz e marcante da sua vida religiosa foi quando ganhou o destino missionário para Roma, capital da Itália. “Foi um momento importante para viver nossa internacionalidade e também poder encontrar irmãos de muitos países que por lá passavam”, relata. Ela foi chamada para esta importante missão em 1972, logo após professar os seus primeiros votos, onde permaneceu por oito anos atuando em serviços gerais da congregação. “De todos os sonhos que consegui realizar sendo missionária, o que me dá mais alegria e satisfação foi ter seguido à voz que me chamava”, reflete.


Fé que se renova todos os dias


A rotina de oração, leitura da palavra e comunhão com o Espírito Santo é uma constante na vida da irmã Iracema. “Levo à sério minha vida de oração, pois é isso que sustenta a minha vocação”, garante. Ela acrescenta que o desejo de servir ao próximo e a certeza de que foi escolhida por Deus aumentam a cada dia. “Todo tempo vivido na congregação foi oportunidade de crescer e amadurecer minha vocação missionária. Sou muito grata a Deus pelos 50 anos de vida consagrada”, finaliza.


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